25 Novembro 2011

Aviões & CIA no Facebook

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16 Novembro 2011

Feira Dubai Air show movimenta US$ 50 bi em negócios



A 12ª edição da feira de aviação do Dubai Air Show, que ocorre nos Emirados Árabes Unidos, já fechou R$ 50 bilhões em negócios até o terceiro dia do evento, segundo informação dos organizadores. Eles calculam que 55 mil visitantes já tenham passado pelo local. A feira, que começou no dia 12 e vai até amanhã, pretende consolidar a importância do Oriente Médio no mercado internacional, conforme a organização.


Dentre os principais acordos fechados na feira destaca-se a compra de seis aeronaves Boeing 787 pela Oman Air, como parte dos planos de crescimento da companhia. Segundo o CEO da empresa, Peter Hill, a companhia vê benefícios diretos nos novos aviões devido à eficiência de combustível e economia operacional.
A Airbus disse em comunicado divulgado na feira que a frota de aviões do Oriente Médio irá quase triplicar nos próximos 20 anos e que ocorreu um aumento de 200% no tráfego de passageiros na região nos últimos dez anos e, por isso, o Oriente Médio deve continuar como foco dos investimentos do setor.


Fonte: Portal Terra

15 Novembro 2011

F-20: ‘um F-5E sem defeito’



O F-5E Tiger II é um dos caças mais bem projetados já produzidos. Pequeno, simples, de fácil manutenção, continua em operação em diversas forças aéreas e ainda deve ficar por mais 15 ou 20 anos.


Se o F-5 tem um defeito, esse é a sua motorização de pouca potência, um par de turbinas J85 (veja opinião de piloto da USN no primeiro link da lista abaixo). Curiosamente, foram as leves e pequenas J85 que permitiram que o projeto da família F-5 se concretizasse com suas diversas qualidades, pelo “pacote” de duas turbinas do tipo oferecerem uma relação potência x tamanho x peso difícil de se superar por outras alternativas, pensando num caça supersônico do seu porte. Mas, décadas mais tarde, novos motores permitiram pensar mais longe a categoria de caça leve.


Assim, o F-20 Tigershark, que é um reprojeto do F-5 dos anos 1980 e que começou com a designação F-5G, corrigiu o problema da falta de potência trocando os dois motores J85 por um GE F-404.


Com a adição do motor F-404, que tem 60% de empuxo a mais do que os dois J85 do F-5, o F-20 se transformou num caça Mach 2, com relação peso/potência de 1.06 (no F-5 é de 0.75). Isto significou um aumento de performance estupendo, colocando o F-20 no mesmo nível do F-16.


Com outras melhorias aerodinâmicas e de controle de voo, a taxa de giro instantâneo aumentou em 7%, indo a 20°/seg. A taxa de giro sustentado a Mach 0.8 e 15.000 pés (4.572m) subiu para 11.5°/seg, bem próxima dos 12.8°/seg do F-16. As taxas de curva do F-20 eram 47% maiores que as do F-5E em voo supersônico.


Observar abaixo o gráfico de desempenho que mostra o aumento do envelope de voo suportado pelo F-20, em comparação com o F-5E.




Fonte: Poder Aéreo

Homem morre após se chocar com hélice de avião


Está sendo velado na tarde dessa terça, na Câmara Municipal de Condeúbas, sudoeste baiano, o corpo do ex-vereador Agnaldo José Pereira, 44 anos, que morreu no início da noite de segunda atingido por uma hélice de avião. O acidente ocorreu durante a aterrisagem de um avião monomotor numa pista de barro de pouco iluminação, situada na Fazenda Cajueiro, pertencente à família do político. Pereira teria se assustado e pulado do avião antes do motor ser desligado, sendo atingido pela hélice e morrendo na hora.


Familiares do ex-vereador contaram que ele tinha medo de viajar de avião. Quando a aeronave, pilotada por um irmão de Pereira e que transportava também um primo dele, se descontrolou e saiu da pista na aterrisagem Pereira apavorado abriu a porta e saiu rapidamente. Mas ele correu em direção à hélice sendo atingido em cheio.


A delegacia local abriu inquérito para apurar o caso. O corpo de Pereira será sepultado no fim da tarde dessa terça.


Fonte: Portal Terra

14 Novembro 2011

TAM cancela voo após desconfiar de ameaça de bomba em mala



Uma ameaça de bomba fez a empresa TAM Linhas Aéreas cancelar um voo de Curitiba para São Paulo, na tarde desta segunda-feira (14). De acordo com a Polícia Federal (PF), havia uma bagagem esquecida no saguão do aeroporto. Depois, a bagagem sumiu e a empresa decidiu manter o avião no solo para verificar se o volume havia sido embarcado na aeronave.
Segundo a PF, acreditava-se que a bagagem poderia ser uma bomba. Até o momento, o dono da bagagem esquecida não foi encontrado e ninguém foi preso.
Em nota, a TAM lamentou os transtornos causados aos passageiros e disse que todos serão reacomodados em outros voos da empresa.


Fonte: G1

Brasil tem novo record de acidentes aéreos

Antes mesmo de contabilizar as ocorrências do último bimestre, o Brasil já registra recorde em número de acidentes aéreos em 2011. Relatório do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), com os dados dos dez primeiros meses do ano, aponta para 128 acidentes notificados na aviação civil, número 12% maior que o então recorde de 114 registrado em 2009.
Um outro dado fornecido pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informa que a média de acidentes por quilômetro de combustível consumido cresceu 21% em 2011, em comparação a 2010.
Segundo o Cenipa, responsável pela investigação dos acidentes aéreos no país, dos 128 acidentes registrados entre janeiro e outubro,106 foram com aviões e 22, com helicópteros. Em ambos os casos o número de ocorrências já é recorde. Desde 2001, 961 acidentes aéreos foram registrados no país, com 1.056 mortos.
O Cenipa ainda informou que 25 acidentes resultaram em morte este ano, com um total de 84 óbitos. Se forem levados em conta os anos em que não houve acidentes com grandes aviões, como em 2008 e 2009, o número de mortes seria o maior dos últimos dez anos.
Em 2007, quando 199 pessoas morreram após um acidente envolvendo um avião da TAM, no aeroporto de Congonhas, foi o registrado o maior índice da história: 271 mortes. Em 2006, quando um avião da Gol caiu após choque com aeronave modelo Legacy, matando as 154 pessoas do voo 1907, foram registradas 210 mortes.
Em 2011, o acidente com maior número de mortes foi registrado no dia 13 de julho, quando uma aeronave modelo LET-410, da No Ar Linhas Aéreas, caiu em Boa Viagem, no Recife, três minutos após a decolagem e resultou na morte dos16 ocupantes. As causas do acidente ainda são investigadas.
Ainda segundo os dados do Cenipa, 30 aeronaves tiveram danos irrecuperáveis com os acidentes este ano –maior índice dos últimos três anos. Os números, porém, estão ainda distantes dos maiores já registrados, em 2001 e 2009, quando 46 aeronaves foram perdidas.
Os dados da Anac também apontam para um número médio de acidentes com vítimas fatais acima da média dos últimos anos. Em nota encaminhada ao UOL Notícias, a Anac informou que utiliza metodologia diferente do Cenipa, que também aponta para um crescimento da média de acidentes em comparação aos últimos dois anos.
A Anac faz uma análise de acidentes com vítimas fatais em relação ao volume de combustível de aviação consumido.A fórmula utilizada leva em conta a quantidade de acidentes para cada 100 milhões de litros consumidos pelo setor.
“O valor atual deste índice está em torno de 0,39 e no ano passado nesta época estava em torno de 0,32”, diz a Anac, evidenciando um aumento de 21%. Os dados levam em conta apenas os acidentes registrados até agosto. Em todos os primeiros oito meses do ano, a média esteve maior que em todos os meses de 2009 e 20101. Em janeiro, por exemplo, essa média chegou a 0,84, caindo nos meses subsequentes.
Apesar do índice médio 21% maior, a Anac se mostra otimista quanto à redução dele até o fim de se 2011 e diz que “no final deste ano deveremos estar em torno de 0,33, o que é próximo da nossa media dos últimos três anos.”
A Anac informou ainda que o aumento em número de ocorrências precisa ser analisado levando em conta o crescimento da frota e os percursos percorridos. “É preciso considerar a variação do volume das mesmas [voos], ou seja, a exposição ao risco.
Um aumento na quantidade de acidentes não significa, necessariamente, uma redução no nível de segurança das operações”,diz, exemplificando: “Se o volume de operações crescer 50% enquanto o número de acidentes aumentar em 10, haverá um aumento absoluto do número de acidentes, porém uma melhoria no nível de segurança das operações.”
Perda de controle no solo
Em relatório detalhado de acidentes registrados até julho, a principal causa dos 89 acidentes é a perda de controle no solo (com 15 ocorrências), seguido por perda de controle em vôo (14), falhas no motor (14), colisão em obstáculos (11), pane seca (5) e problemas com o trem de pouso (4).
FONTE: UOL Notícias
Via: Poder Aéreo